terça-feira, 25 de março de 2014

eSocial

O eSocial é um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados.

Quando for implantado em sua totalidade, o eSocial será estendido a todos os empregadores, pessoas físicas e jurídicas, trazendo diversas vantagens em relação à sistemática atual, tais como:
  • Atendimento a diversos órgãos do governo com uma única fonte de informações, para o cumprimento das diversas obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias atualmente existentes; 
  • Integração dos sistemas informatizados das empresas com o ambiente nacional do eSocial, possibilitando a automação na transmissão das informações dos empregadores; 
  • Padronização e integração dos cadastros das pessoas físicas e jurídicas no âmbito dos órgãos participantes do projeto.
O projeto eSocial é uma ação conjunta dos seguintes órgãos e entidades do governo federal: Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, Ministério da Previdência – MPS, Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB. O Ministério do Planejamento também participa do projeto, promovendo assessoria aos demais entes na equalização dos diversos interesses de cada órgão e gerenciando a condução do projeto, através de sua Oficina de Projetos.

Quer saber mais? Visite-nos. Rua Marechal Deodoro, nº 11. Ao lado da Farmácia do Trabalhador.
Fone: (73) 3255-1520

domingo, 9 de fevereiro de 2014

eSocial - Quem será obrigado a utilizar?

O que é o eSocial? 

O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) é um projeto do governo federal  que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Está sendo desenvolvido, em conjunto, pela Caixa Econômica Federal (CAIXA), pelo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pelo Ministério da Previdência Social (MPS), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB). E faz parte da Agenda de Ações para Modernização da Gestão Pública, conduzida pelo Ministério do Planejamento, que está sendo construída em diálogo com a Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade e o conjunto dos Ministérios. 

Qual o objetivo do eSocial? 

A utilização do eSocial tem como objetivos: 

I - viabilizar a garantia de direitos previdenciários e trabalhistas; 
II - simplificar o cumprimento de obrigações; e 
III - aprimorar a qualidade de informações das relações de trabalho, previdenciárias e fiscais. 

Quem será obrigado a utilizar o eSocial? 

Os empregadores, inclusive o doméstico, a empresa e a eles equiparados em legislação específica; e o segurado especial inclusive em relação a trabalhadores que lhe prestem serviço.


Visite-nos para conhecer mais o eSocial e prepare sua empresa para cumprir com mais essa obrigação. QUALITY CONTABILIDADE, sempre se especializando para fazer o melhor por sua Empresa.

Rua Marechal Deodoro, nº 11. Ao lado da Farmácia do Trabalhador.
Fone: (73) 3255-1520


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Recolhimento de INSS recebendo Seguro Desemprego


O empregado demitido sem justa causa, recebendo o seguro-desemprego, pode recolher o carnê do INSS como autônomo durante o recebimento desse benefício? Com medo de ficar com “buracos” no tempo de contribuição, algumas pessoas se preocupam em recolher aos cofres da Previdência, mesmo estando desempregadas. Afinal, é permitido ou não ?

Mesmo enquanto o desempregado estiver recebendo o seguro-desemprego, o trabalhador pode pagar ao INSS como segurado facultativo, cujo código é 1406. A providência, embora sacrificante, permite o cômputo de tempo para fins de contribuição.

Segurado facultativo é a pessoa maior de 14 anos de idade e sem renda que se filia ao Regime da Previdência Social, a exemplo da dona-de-casa; do desempregado; do síndico de condomínio (não remunerado);  do estudante; do bolsista e do estagiário que prestam serviço a empresa de acordo com a Lei 6.494/77, entre outros.

O seguro-desemprego é um benefício da seguridade social, previsto no art. 7º dos Direitos Sociais da Constituição Federal, e possui o objetivo de promover a assistência financeira temporária ao trabalhador desempregado, em virtude da dispensa sem justa causa.

É contraditório pagar o INSS mesmo em situação de desemprego. O sacrifício justifica-se para a continuidade do tempo de serviço.

O pagamento do benefício do seguro-desemprego será suspenso quando ocorrer admissão do trabalhador em novo emprego ou quando o trabalhador começar a receber outro benefício da Previdência Social (aposentadoria, auxílio-reclusão, auxílio-doença), com exceção apenas do auxílio-acidente e da pensão por morte. Até a próxima.


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

COMO BLOQUEAR E DESBLOQUEAR CÉLULAS DE PLANILHA EXCEL

Desmarcar as células da planilha para bloqueio

1. Selecione todas as células da planilha com a tecla de atalho Ctrl + T
2. Clique com o botão direito do mouse em qualquer uma das células
3. No menu que se abre, clique na opção "Formatar Células"
4. Vá até a aba chamada "Proteção"
5. Desmarque "Bloqueadas"
6. Clique em OK para salvar suas modificações

Esse passo é necessário para que toda a sua planilha não fique bloqueada, haja visto que o Excel cria uma nova planilha já com a opção "bloqueada" marcada para todas as células.


Marcar as células da planilha para bloqueio

1. Selecione as células que você quer bloquear ou desbloquear
2. Clique com o botão direito do mouse nas células selecionadas
3. No menu que se abre, clique na opção "Formatar Células"
4. Vá até a aba chamada "Proteção"
5. Se está bloqueando, marque "Bloqueadas", caso contrário, desmarque "Bloqueadas"
6. Clique em OK para salvar suas modificações


Você acaba de informar ao Excel nesse momento que estas serão as células que deverão ser bloqueadas, todavia, elas ainda não estão bloqueadas. Você terá que definir agora a proteção, veja no passo-a-passo abaixo:

Para proteger as células

1. Visualizar as opções de proteção de planilhas
    1.1. No Excel 2003:
        1.1.1 No menu "Ferramentas" acesse a opção "Proteger" > "Proteger Planilha"
    1.2. No Excel 2007/2010:
        1.1.1. Selecione a aba "Revisão"
        1.1.2. No grupo Alterações, clique no botão "Proteger Planilha"
2. Marque a opção "Proteger planilha e o conteúdo de células bloqueadas"
3. Na caixa "Senha para desproteger a planilha", informe a senha que será usada
4. Clique em OK para salvar
5. Informe novamente a senha para confirmar


 Pronto! Não levou mais do que dois minutos para bloquear suas células no Excel. Se precisar alterar as células que acabou de bloquear, basta repetir os passos de PROTEGENDO AS CÉLULAS para remover o bloqueio informando a senha.

Observe que quando acessamos a opção "Proteger Planilha" para informar a senha, uma lista de opções se abriu com vários itens desmarcados e apenas os itens "Selecionar células bloqueadas" e "Selecionar células desbloqueadas" estavam marcados.

Essa lista de opções permite que você faça várias combinações de tipos de proteção. Mas, se você não quiser que o usuário de sua planilha possa ver o conteúdo das fórmulas das células bloqueadas, desmarque também a opção "Selecionar células bloqueadas". Com isso ele poderá ver somente o resultado da fórmula e não a fórmula em si.

Fonte: Doutor Planilha

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Refis da Crise

Receita: Refis da Crise já recebeu 231.774 pedidos

BRASÍLIA - A Receita Federal divulgou balanço parcial das adesões à reabertura do "Refis da Crise". Até as 8 horas desta quarta-feira, 18, a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) receberam 231.774 pedidos de parcelamento ou pagamento à vista referentes à reabertura do Refis da Crise.

Desse total acumulado até hoje, há 131.650 pedidos relativos a débitos administrados pela Procuradoria e 100.124 relacionados a dívidas geridas pela Receita. No início de janeiro de 2014, a Receita e a PGFN divulgarão balanço com os números totais das adesões e dos valores arrecadados. O Fisco destaca que regras, prazos e condições estão regulamentados pela Portaria Conjunta 7, da Receita e da PGFN. Podem ser parcelados os débitos com a Receita Federal e a PGFN vencidos até 30 de novembro de 2008, até mesmo aqueles que tenham sido incluídos em outros parcelamentos.

Há, porém, débitos que não podem ser parcelados, como aqueles que tenham sido incluídos em parcelamento anterior à Lei 11.941. A adesão pode ser feita até o dia 31. A Receita lembra que o contribuinte poderá requerer o parcelamento pela internet, nos sites http://www.receita.fazenda.gov.br e http://www.pgfn.fazenda.gov.br, com uso de código de acesso ou certificado digital.

Até o dia 30, o contribuinte deve recolher parcela equivalente ao montante da dívida consolidada dividida pelo número de prestações solicitadas. O valor apurado de cada parcela não pode ser inferior à parcela mínima prevista na Lei 11.941 - R$ 50, para pessoa física; R$ 100, para pessoa jurídica, e de R$ 2 mil, para parcelamento de débitos de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Também vale a regra de que a parcela não pode ficar abaixo de 85% do valor da prestação dos parcelamentos anteriores.

Fonte: Estadão

terça-feira, 8 de outubro de 2013

5 técnicas para memorização, segundo especialistas

“Lembrar não é uma questão de esforço, é uma questão de estratégia.” Esta frase está presente no livro de Renato Alves, “Faça Seu Cérebro Trabalhar para Você”, da Editora Gente.

Ou seja, apostar em técnicas de memorização pode deixar a mente de qualquer pessoa afiada, caso ela lance mão da tática mais adequada. E Renato Alves, que é campeão brasileiro de memorização, no livro, explica e sugere algumas delas.

O delegado da Polícia Federal, José Roberto Lima, também traz técnicas  que ajudam (sobretudo) que vai prestar concurso público no seu livro “Como passei em 15 concursos”, da Editora Método. “São ferramentas mentais”, diz Lima.

A seguir conheça 5 técnicas úteis para quem deseja espantar o fantasma do esquecimento e ativar o poder da memória:

1 - Do geral para o específico: contexto, análise e síntese

Ao estudar um tema com a finalidade de fixá-lo na memória, o caminho percorrido deve ser do geral para o específico, segundo Lima. As generalidades dão o contexto que permite um entendimento mais claro da evolução do conceito em questão.

Em seguida, cabe ao interessado em memorizar aquele assunto proceder a uma análise. “Fazer anotações durante uma aula, por exemplo, é analisar aquele conceito”, diz Lima. E, por fim, a síntese é a atitude final para evitar o esquecimento. “Sintetizar é fazer a revisão, reler as anotações e organizar melhor o conteúdo”,diz Lima.

A união das três etapas é o que reforça o poder de memorização do conceito. Lima explica: Contexto sem análise não passa de informações vagas. Contexto e análise sem síntese não passam de conhecimentos condenados ao rápido esquecimento. Síntese sem análises e sem contexto é um dado inútil no cérebro, que você não saberá para que serve”.

2 - Siglas

A síntese é o gatilho de memória para recuperar o conceito analisado e contextualizado. É a ferramenta mental que você vai utilizar para lembrar. E uma das formas sugeridas pelos dois especialistas é elaborar siglas com as palavras chave do conteúdo a ser lembrado.
No livro “Como passei em 15 concursos”, Lima dá, entre outros, o exemplo da sigla ViLISP. A sigla é a ferramenta para acessar na memória os direitos previstos no caput 5º da Constituição federal: Vida, Liberdade, Igualdade, Segurança e Propriedade.

3 - Frases malucas

Outra forma de sintetizar é criar frases ou histórias “malucas” que, pelo caráter inusitado, são mais fáceis de lembrar e atuam como gatilho para recuperação dos conceitos a ela associados.

Renato Alves, no Livro “Faça Seu Cérebro Trabalhar por Você”, sugere a técnica de associação de palavras. “Fica mais simples memorizar a sequência de informações”, diz ele. Ao associar uma palavra a cada um dos conceitos, o passo seguinte é montar uma frase ou sequência de frases usando as palavras associadas sequencialmente.

Lima também sugere as “frases malucas” como gatilho de memória. Por exemplo, para os estudantes de Direito Penal memorizarem as finalidades da pena de condenado, é possível montar uma frase maluca: “a pena transforma o condenado em um Saci PeReRê. A palavra Pererê traz as letras iniciais das finalidades da pena: prevenir novas condutas delituosas; retribuir (ao mal do crime o mal da pena), reintegrar o condenado à convivência social.

4 - Ensine para lembrar mais

Explicar o que você aprendeu a outra pessoa é também uma maneira de memorizar o conteúdo, propõe Alves. “Imagine-se ou tente dar uma aula. Se conseguir citar todos os detalhes e cobrir todo o assunto, significa que a memória foi consolidada, e o que você aprendeu será lembrado por muito tempo”, escreve o autor.

A tática é eficiente porque ao tentar explicar o que acabou de aprender as conexões de neurônios se expandem e o conteúdo é gravado por mais tempo, na memória de médio prazo. “E com algumas revisões, por um longo período”, indica Alves.

5 - A força da visualização

A força da visualização também é uma aliada da memória, de acordo com Alves. É possível usar o próprio corpo e gestos para envolver, o que Alves chama de memória sinestésica. Ele dá um exemplo para memorizar uma receita.

Cada ingrediente é associado a um gesto direcionado a uma parte do corpo. Para memorizar, o autor sugere que a pessoa faça o gesto. E para resgatar na memória a atitude é ir conferindo qual gesto era associado a cada parte do corpo para se recordar do ingrediente em questão.

Fonte: Exame

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Consulta gratuita de inadimplência pela Internet

A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou um projeto de lei (PL 2407/11) que garante ao consumidor o direito de consultar gratuitamente, pela internet ou por telefone, bancos de dados e cadastros de consumidores, como o Serasa. Hoje a consulta é permitida apenas pessoalmente, mas sem custo para o consumidor.

Click na imagem para ler reportagem completa.


Câmara Notícias